terça-feira, 17 de março de 2020

Dez hábitos que turbinam a sua imunidade

Dormir bem, cuidar da higiene e outros cuidados fazem a diferença

Estamos o tempo inteiro expostos a todos os tipos de doenças. Um simples descuido já pode ser suficiente para o sistema imunológico não dar conta de fechar todas as "portas" de nosso corpo, que são suscetíveis a alguma infecção ou vírus. Por isso, é muito importante ter consciência dos hábitos que podem blindar nossa imunidade contra qualquer complicação.

Pensando nisso, o Minha Vida foi atrás de especialistas que deram uma série de práticas para adotar no dia a dia e ter uma imunidade poderosa!

SAIBAMAIS:

https://www.minhavida.com.br/saude/galerias/13362-dez-habitos-que-turbinam-a-sua-imunidade

segunda-feira, 16 de março de 2020

Como nosso corpo se defende de organismos invasores?


Palestra na USP explica de que forma o organismo reage à presença de vírus e bactérias Por Yasmin Oliveira 

Quando organismos invasores, como vírus e bactérias, se alojam em algum tecido do corpo – como o pulmão, por exemplo – as células de defesa residentes no mesmo tecido sabem que precisam agir. 

Esse processo “chama” células de defesa do sangue, os leucócitos, para a região infectada. 


Todas essas células de defesa, do sangue e do tecido infeccionado, trabalham contra o invasor. 

Flávia menciona, neste contexto, um importante processo que faz parte de seus estudos, a fagocitose. 

É quando a célula de defesa do corpo engloba o invasor dentro dela mesma para matá-lo sem prejudicar nosso corpo. 

O processo, no entanto, tem um custo alto: a morte da célula logo em seguida. 

Por isso, leucócitos são chamados de “kamikazes”, que se sacrificam pelo organismo. 

Mais informações: (11) 3091-384, site http://e.usp.br/d74, Twitter @quimicaevida, e-mail ccex_iq@iq.usp.br



Como nosso corpo se defende de organismos invasores? Palestra no dia 15 de junho, em São Paulo, explica de que forma o organismo reage à presença de vírus e bactérias Por Yasmin Oliveira Editorias: Eventos - URL Curta: Radicais livres não são os compostos mais populares. Propagandas de cosméticos e dicas sobre dieta e nutrição trazem antioxidantes como a solução deste “problema”, ligado a doenças e envelhecimento. Embora seu acúmulo, de fato, faça mal à nossa saúde, os radicais livres têm uma ação fundamental na defesa contra infecções. Esse processo será explicado pela professora do Instituto de Química (IQ) da USP, Flávia Meotti, no próximo evento promovido pelo Química é Vida. A apresentação será neste sábado, dia 15 de junho, às 10 horas, na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A professora do Instituto de Química, Flávia Carla Meotti – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens 



Quando organismos invasores, como vírus e bactérias, se alojam em algum tecido do corpo – como o pulmão, por exemplo – as células de defesa residentes no mesmo tecido sabem que precisam agir. 


Esse processo “chama” células de defesa do sangue, os leucócitos, para a região infectada. 


É por isso que os exames de sangue incluem a contagem dos número de leucócitos – se a quantidade for muito grande, provavelmente o corpo enfrenta alguma infecção. 


Todas essas células de defesa, do sangue e do tecido infeccionado, trabalham contra o invasor. 


Flávia menciona, neste contexto, um importante processo que faz parte de seus estudos, a fagocitose. 


É quando a célula de defesa do corpo engloba o invasor dentro dela mesma para matá-lo sem prejudicar nosso corpo. 


O processo, no entanto, tem um custo alto: a morte da célula logo em seguida. 


Por isso, leucócitos são chamados de “kamikazes”, que se sacrificam pelo organismo. 


Neste processo de eliminar corpos estranhos, entram também os radicais livres. As células de defesa liberam estas moléculas muito reativas contendo oxigênio – as “armas bioquímicas”, compara Flávia. São componentes tóxicos que reagem rapidamente com outras moléculas e atacam os micro-organismos dentro do corpo celular. “As células liberam de radicais livres até cândida”, diz. Mas tudo isso acontece dentro da membrana da célula e faz parte da fagocitose. Ou seja, o corpo produz compostos semelhantes a produtos de limpeza, mas sem risco à saúde. Série de eventos Clique para ampliar A palestra faz parte do projeto Química é Vida, uma série palestras de divulgação científica. O objetivo é trabalhar curiosidades sobre química e bioquímica e temas presentes no cotidiano das pessoas de forma fácil e descontraída. Os encontros são gratuitos e abertos ao público, realizados sempre no terceiro sábado de cada mês. Não é necessário inscrição para participar. A Biblioteca Mário de Andrade fica Rua da Consolação, 94, no centro de São Paulo. Confira a programação completa neste link. Mais informações: (11) 3091-384, site http://e.usp.br/d74, Twitter @quimicaevida, e-mail ccex_iq@iq.usp.br

Como nosso corpo se defende de organismos invasores? Palestra no dia 15 de junho, em São Paulo, explica de que forma o organismo reage à presença de vírus e bactérias Por Yasmin Oliveira Editorias: Eventos - URL Curta: jornal.usp.br/?p=250877 Observação no microscópio de frasco contendo cultura de células de defesa do sangue – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens Radicais livres não são os compostos mais populares. Propagandas de cosméticos e dicas sobre dieta e nutrição trazem antioxidantes como a solução deste “problema”, ligado a doenças e envelhecimento. Embora seu acúmulo, de fato, faça mal à nossa saúde, os radicais livres têm uma ação fundamental na defesa contra infecções. Esse processo será explicado pela professora do Instituto de Química (IQ) da USP, Flávia Meotti, no próximo evento promovido pelo Química é Vida. A apresentação será neste sábado, dia 15 de junho, às 10 horas, na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A professora do Instituto de Química, Flávia Carla Meotti – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens Quando organismos invasores, como vírus e bactérias, se alojam em algum tecido do corpo – como o pulmão, por exemplo – as células de defesa residentes no mesmo tecido sabem que precisam agir. Esse processo “chama” células de defesa do sangue, os leucócitos, para a região infectada. É por isso que os exames de sangue incluem a contagem dos número de leucócitos – se a quantidade for muito grande, provavelmente o corpo enfrenta alguma infecção. Todas essas células de defesa, do sangue e do tecido infeccionado, trabalham contra o invasor. Flávia menciona, neste contexto, um importante processo que faz parte de seus estudos, a fagocitose. É quando a célula de defesa do corpo engloba o invasor dentro dela mesma para matá-lo sem prejudicar nosso corpo. O processo, no entanto, tem um custo alto: a morte da célula logo em seguida. Por isso, leucócitos são chamados de “kamikazes”, que se sacrificam pelo organismo. Neste processo de eliminar corpos estranhos, entram também os radicais livres. As células de defesa liberam estas moléculas muito reativas contendo oxigênio – as “armas bioquímicas”, compara Flávia. São componentes tóxicos que reagem rapidamente com outras moléculas e atacam os micro-organismos dentro do corpo celular. “As células liberam de radicais livres até cândida”, diz. Mas tudo isso acontece dentro da membrana da célula e faz parte da fagocitose. Ou seja, o corpo produz compostos semelhantes a produtos de limpeza, mas sem risco à saúde. Série de eventos Clique para ampliar A palestra faz parte do projeto Química é Vida, uma série palestras de divulgação científica. O objetivo é trabalhar curiosidades sobre química e bioquímica e temas presentes no cotidiano das pessoas de forma fácil e descontraída. Os encontros são gratuitos e abertos ao público, realizados sempre no terceiro sábado de cada mês. Não é necessário inscrição para participar. A Biblioteca Mário de Andrade fica Rua da Consolação, 94, no centro de São Paulo. Confira a programação completa neste link. Mais informações: (11) 3091-384, site http://e.usp.br/d74, Twitter @quimicaevida, e-mail ccex_iq@iq.usp.br


domingo, 8 de março de 2020

Como aumentar a resistência do seu organismo?

Em época de temperaturas mais amenas, muitos atribuem o aumento da incidência de doenças ao enfraquecimento do sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. 

No entanto, para o Dr. Alberto Chebabo, especialista em infectologia que integra o corpo clínico do Pasteur, a mudança de temperatura não é um fator determinante para a queda da imunidade. 

De acordo com o médico, as pessoas estão mais suscetíveis às doenças durante o inverno devido ao maior contato com infectados e permanência em locais fechados. 

“Entretanto, se o indivíduo estiver com seu sistema imunológico saudável, terá mais chances de combater as ameaças, como vírus e bactérias transmissoras das enfermidades”, explica. 

O especialista lista herpes, otites, infecções, gripes, resfriados e abcessos (acúmulo de pus provocado por infecções bacterianas) como alguns dos problemas que podem aparecer com maior frequência. 

“Um dos principais sintomas de baixa no sistema imunológico é a dificuldade para se recuperar de complicações. 

Outros sintomas como cansaço, queda de cabelo e problemas de pele podem ser sinais de alerta. 

Se um ou mais desses indícios se manifestar, um médico deve ser consultado para avaliação”, reforça. 

O especialista indica alguns cuidados básicos, independentemente da estação do ano, para manter o sistema imunológico saudável:

 – O estresse pode contribuir para o enfraquecimento do sistema imunológico? 

Quando a pessoa passa por situações de estresse, o organismo produz corticosteroides, hormônios que têm ação imunossupressora. 

Por isso, é importante deixar o nervosismo de lado e incluir as atividades físicas no dia a dia, já que elas ajudam a liberar a tensão acumulada.

 – Dormir mal prejudica a imunidade? O sono é fundamental para diminuir os níveis de estresse do organismo. Sem ele, ficamos mais suscetíveis às doenças. Para adultos, recomenda-se de sete a oito horas de sono diárias. 

– A vitamina C ajuda a fortalecer o sistema imunológico? 

Se for consumida isoladamente, sem o balanceamento de outros nutrientes, não será de muita valia. 

Para aumentar a imunidade, tenha uma dieta equilibrada e procure consumir alimentos ricos em zinco (presente em castanhas, cogumelos e grãos), vitamina A (presente na cenoura, milho e abóbora) e vitamina E (presente em grãos, como o milho e a canola). 

https://jornaldebrasilia.com.br/saude/como-aumentar-a-resistencia-do-seu-organismo/